Comissão de Gestão Democrática (CGD) reúne presidentes das Comissões Eleitorais para alinhamento de diretrizes
A Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizou nesta segunda-feira (17), no Auditório do Polo UAB, Centro, uma reunião entre a Comissão de Gestão Democrática (CGD) e os presidentes das Comissões Eleitorais (CEs) para alinhamento das diretrizes que nortearão o processo eleitoral nas unidades de ensino. O encontro foi conduzido por Simone Pignaton Segatto Ribeiro, do Setor de Inspeção Escolar, e Sandra Regina Rizzo Boina Santi, do Setor de Tecnologias Educacionais, ambas integrantes da CGD.
A gestão democrática, modelo adotado nas escolas do município, prevê a participação ativa de toda a comunidade escolar — professores, estudantes, pais, funcionários, gestores e coordenadores — nas decisões institucionais. Entre essas responsabilidades está a construção do Projeto Político-Pedagógico (PPP) e a definição coletiva de ações e prioridades da unidade de ensino.
“Durante a reunião apresentamos orientações sobre quem são os votantes, como deve ser feita a preparação da eleição, os prazos de campanha e os materiais que serão utilizados, como cédulas, boletins de urna e atas de apuração. Nosso objetivo foi garantir que todas as etapas do processo de escolha de diretores escolares sejam conduzidas de forma clara e organizada”, explicou Simone Pignaton.
A CGD foi instituída com base na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e na Lei Municipal nº 4.821/2025, que regulamenta a gestão democrática em Aracruz. Juntas, essas legislações reforçam o papel da comunidade escolar na construção de ambientes educativos mais participativos e transparentes. “Essas normativas fortalecem a ideia de que a educação é um direito de todos. Por isso, considero essencial a representatividade e a construção coletiva dentro das instituições”, destacou Simone.
Durante o encontro, os membros das comissões também conheceram os princípios que orientam a gestão democrática, como participação, transparência, igualdade, respeito à diversidade, colaboração e a importância das eleições e representações. Embora sua aplicação possa variar entre diferentes sistemas educacionais e realidades culturais, o modelo busca, de forma geral, promover escolas mais inclusivas, participativas e atentas às demandas da comunidade.
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